INCRIVEL! O MELEQUINHA NÃO MUDOU NADA!

Estou adiantando a reação da galera ao virem as minhas fotos atuais. Para quem não se lembra, cheguei no Granbery em 1969 onde fiz o 1º e 2º Científico. Era da sala do Henrique. Clésio era da turma do Jobril, David Peterson.., um ano na frente.
O apelido veio com aminha função, como bolsista,  de colocar a turma para dormir, às 22 horas e segurar os leões até a chegada do Sr. Soares, o "Melecão".
Numa dessas me dei muito mal. Certa noite que o Galo jogava contra a seleção brasileira, num jogo treino e Dario fez um gol. Gritei desesperadamente, acordei quem estava dormindo aí foi uma rebelião. Os vagabundos, para me desmoralizar, acenderam as luzes do internato, começaram a fazer a maior zona: "agora ninguém dorme nesse internato!!!". Veio Sr. Jairo e deu ruim pra mim. 
Fui fazer o 3º ano em BH, onde meu pai era pastor metodista, mas saiu uma mudança no vestibular da Engenharia da UFJF, com 400 vagas para o ICE, e no segundo ano os melhores iriam para a Engenharia. Voltei para JF e passei em primeiro lugar no vestibular, isso se virar a lista de cabeça para baixo. Entrei em último lugar.
Essa foto é do álbum de formatura em Engenharia, em dez/77.
Casamento com Mirian, a primeira e única, em 78. 
Até hoje ela é a coisa que mais amo, depois do Atlético Mineiro.
Nossos quatro netos, dois paulistas e dois baianos. 
Foto recente da família, no níver de 15 anos da neta Luísa, em Monte Verde, Sul de Minas.
Tentando resumir, comecei como engenheiro da RFFSA na Residência de Via Permanente de C. Lafaiete, onde nasceram meus 3 filhos. Depois fui para JF, Rio de Janeiro, JF, sempre pela ferrovia.
Fiz o curso de Direito no Vianna Júnior e pedi demissão da REDE em 96, aceitando um convite para assumir a equipe diretora do Sistema Ferry-Boat (ligação marítima Salvador-Itaparica), quando foi privatizado.
Ainda em Salvador fui convidado para diretor adjunto do IPAC- Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia,  que administra os museus do Estado, o Pelourinho, o patrimônio histórico tombado ...
Ainda lá assumi o cargo de Secretário Executivo da Fundação 2 de Julho, acumulando com o de diretor do colégio de mesmo nome. 15 anos riquíssimos na Bahia, terra que eu amo muito.
Aposentados, optamos pela roça, em Belisário, distrito de Muriaé. São mil habitantes na zona urbana e 1.200 na zona rural. É tudo isso que você está vendo.

 
Fica num alto de serra, na zona de amortecimento do Parque Estadual Serra do Brigadeiro. Ao fundo o Pico do Itajuru, com 1.560 metros de altitude.
Vários atrativos turísticos.
Olha que visitas ilustres que aqui recebemos! Henrique e Denise.
Em julho de 2021 estivemos juntos nos "Macacos", perto de BH. Clésio também.
Parte de nossas famílias presentes.
Agora vamos para os finalmentes: enquanto aguardamos um grande encontro em JF, quem sabe faríamos um pequeno aqui em Belisário. Organizei um recentemente, com meus colegas da Engenharia e foi muito legal. Foram 8 casais.
Já estou imaginado o nosso com a bandeira do Granbery ao fundo
Temos uma estrutura boa para grupos pequenos. Uma pousada baratinha, que é da comunidade e eu participo de sua gestão.
Se faltar espaço, tem a fazenda do Odilon aqui pertinho, mesmo ele não tendo oferecido. O irmão de José Flores também tem propriedades aqui perto.
Temos um restaurante legalzinho, além da minha casa. Belisário fica perto do Espírito Santo, de Manhuaçu...
Vamos fazer a lista:
  1. Cleber
  2. Odilon
  3. José Flores
  4. ......
  5. ......

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