VENHA COMIGO DAR UM GIRO PELO GRANBERY
Vindos de SP fizemos uma pitstop em JF. Reservamos um espaço para uma ida no colégio, principalmente para postar aqui no blog.
A matéria ficou muito grande, mas não consegui cortar. Não vale fazer como você faz naqueles zilhões de zaps que recebe dos diversos grupos, quando passa o dedo e não lê e não vê nada.
A todo tempo alguém lembra lá da "mina de caulim", onde os professores Hélio Wendling e Ítalo Dacorso mandavam a molecada subir. Eu nem tenho certeza, mas acho que é aquela terra movimentada lá no alto. As casas e prédios invadiram tudo por aqui.
Aqui a rua Princesa Isabel, onde tinha os dois campinhos.
Gostei muito de ver o Casarão recuperado. Aulas do Ensino Médio acontecem aqui.
Alguém perguntou pela casa do Dr. Agenor. Olha ela aí! Apenas algumas mudanças na fachada.
Vamos descer pela Batista de Oliveira.
Era num bar lá embaixo que você ficava fumando até o Sr. Jairo chegar.
Esquina da Sampaio com Batista. O campo das moças não existe já há muitos anos. Um big prédio no local.
Vamos falar baixo, pois pode estar acontecendo assembleia agora. Brincadeira....
Uma olhadinha na área de esportes... depois nós entramos lá.
A entrada do Colégio/Faculdade se dá pela Sampaio. Controle rigoroso de entrada, como convém a um colégio, onde a segurança é imprescindível.
Ao lado do prédio onde ficava o sino foi erguido um outro.
Esse espaço é novo. Aqui seria a antiga cozinha? Nem sei.
O nosso refeitório virou um mini-auditório. Aqui se davam as nossas "tranquilas" refeições seguidas muitas vezes de porradas por causa da carne, prato jogado no peito do outro...
A descida das assembleias para o pátio...
Saímos no segundo andar, corredor dos menores. Mirian foi se apresentar à Coordenação da Faculdade. Combinamos com ela essa vinda. Esse é outro problema de instituições de ensino. Dirigi o Colégio 2 de Julho em Salvador, também muito amado pelos ex-alunos, onde tínhamos regras para recebê-los. Isso é necessário.
Aqui a sala de atendimento do Dr. Aldemir Negrão, que também atendia os internos. Um colega nosso me pediu certa vez para acompanhá-lo até lá pois apresentava problemas naquele seu órgão. Vou omitir o nome. No grupo de zap eu falo. O doutor foi direto. Você está com gonorreia.
Mas doutor, eu não fiz nada! Você deve ter urinado contra o vento e pegou a doença, É assim que se pega, respondeu o doutor Aldemir.
Aquela Henrique Vaz tem história pra contar.
Alguém do grupo dormiu nesse quarto com sacada?
Opa! Vou lhe apresentar a simpática Luciana, assessora da Professora Andréa, Coordenadora da Faculdade, com procuração para representar o Diretor Geral, que fica entre Piracicaba/JF. Ela não estava presente na hora que chegamos.
Ambas já são conhecidas de Mírian, que fez as suas seleções, quando era psicóloga da AVH-Área de Valorização Humana, na gestão do Professor Henrique Pinto, que também participa do grupo do internato 67-70.
Fomos acompanhados na visita pela Letícia, super atenciosa. Ela é responsável pela área de comunicação do Granbery.
Direção da casa do Sr. Jairo...
O chamado "corredor novo", que eu não frequentava. Deveria ser o primário na nossa época
A sala de robótica estava fechada.
Fotografei pelo recorte na porta.
Vamos subir para o terceiro andar, a zona do perigo do internato.
O banheiro é a mesmíssima coisa. Acho que as portas internas são as mesmas.
Um projeto sensacional do Colégio é esse, dos Contadores de Histórias. Prima e sobrinhos, de tempos mais recentes, participaram dele.
Essa área está interditada.
Alí era a sala do Dr. Agenor, ou seria do Sr. Amarílio?
O auditório está assim. Não é fácil manter um patrimônio desse porte como o do Granbery. A minha proposta é a de juntarmos 10 milionários do grupo e eles patrocinam isso. Quem seriam eles? Dentinho, Ricardo Valente.... mais quem?
Lembra dessa escada?
Uma olhada na garotada em recreio.
O prédio da árvore símbolo do colégio... a original não resistiu ao tempo. "Crescit
occulto et arbor aevo". "A árvore cresce em segredo e com a idade", tradução do Google.
A sala 17, a do castigo.
Corredor de entrada, no sentido contrário.
Dr. Agenor tinha uma impressionante moral com a galera. O aluno poderia estar fumando lá no Parque Halfeld que se ele passasse engolia o cigarro aceso.
Rev. Peterson, o nosso Reitor. Você fez o coitado atravessar muitas vezes a rua, nos fins de semana, para apagar o fogo que você colocava do internato.
Grande Henrique! Não vou falar o apelido, pois muita gente fora do grupo vai ler essa matéria. Também foi apenas uma vez que ele saiu direto do campo de futebol, trocou de roupa, tomou um banho rápido de perfume e desodorante e foi passear com umas meninas que o aguardavam na porta do Colégio.
Em 72, no primeiro ano de Engenharia, fui contratado pelo querido Rev. Goodwin para trabalhar na cantina, à noite. Os dois seguintes, Sérgio Marcus e o Sérgio Arantes, também pessoas muito queridas. O segundo já nos deixou.
Era na caixa do telefone perto daquelas cadeiras que você deixava pedidos para o Melecão lhe acordar de madrugada, para estudar. Gesto muito bonito se você não colocasse o nome do seu colega no final.
Uma encarada de frente nesse monstro sagrado.
Vamos sair com uma ótima impressão de tudo o que vimos. Tudo muito bem mantido, um astral muito legal...
Naquele canto era a mecanografia, lembra?
Agora na praça de esportes.
O Prof. Wallace é o coordenador de esportes e convida nossa turma, quando viermos fazer o nosso encontro em JF, para uma pelada aqui.
Achei boa ideia. Pedi que ele deixe uma equipe médica com ambulância na beira do campo.
Alô Vevé! Cadê você?
Daniel também é ex aluno, dos anos 90. Um de seus filhos estuda aqui e ele pretende trazer o segundo.
Muito simpática e eficiente a professora Neila, coordenadora do Ensino Fundamental. Você irá ouvi-la no vídeo que vou postar.
Descemos a pé para o centro. Tem alguém no grupo, muito defasado no tempo que se assustou achando estranho uma nova avenida cortando a Batista. Ôh cara pálida, a Independência foi construída há muitas décadas. Estamos na esquina com Braz Bernardino.
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Entramos na São João.
O ainda majestoso Cine Teatro Central.
No Calçadão da Rua Halfeld, uma olhada no sentido da Getúlio Vargas...
Outra na direção da rio Branco.
A Mister Moore virou um shopping a céu aberto.
Câmara Municipal...
Parque Halfeld.
Rio Branco sentido Manoel Honório...
Sentido Bom Pastor.
OK? Vamos pegar aqui um aplicativo para buscar o carro que deixei na revisão. Amanhã, sábado, partimos de volta para Belisário.
Última coisa, na chegada aqui, vindo de SP, na quinta, estive na Pousada Aconchego de Minas, pensando no nosso encontro aqui em JF. Depois tratamos disso.
Belisário/Muriaé-MG
Deve ter sido ótimo reviver histórias aí, na nossa escola do coração!
ResponderExcluirUau, que fotos incríveis. Tempo bom esse nosso, dos anos 70, 80. Muitas saudades do nosso querido Granbery, das pessoas que lá frequentavam à época, assim como.nós, e de toda uma ingenuidade que ficou apenas nesse abençoado lugar. Parabéns, Clóvis, e obrigada por nos brindar com suas imagens.
ResponderExcluirMuito bom relembrar , dar esse passeio pelo Granbery e por juiz de fora . Parabéns e obrigado por nós proporcionar estes momentos de nostalgia . Inclusive lembrei dos vários encontros de casar e caminhada de Emaús que fizemos ali . Vi nossos irmãos /amigos ali no refeitório cantando sempre encontrando kkk
ResponderExcluirCOMENTÁRIOS DIVERSOS:
ResponderExcluirExcelente guia turístico pelo nosso Granbery e arredores.
Parabéns Cleber. Vi tudo!!!
Vasquinho
Cleber excelente reportagem. Você está sendo melhor do que o Globo repórter parabéns muito bom
Fiquei sem palavras. Um trabalho com excelência. Muito Obrigado...
Davi
Maravilhosooooo
Revivi meus tempos
Muito diferente está o Granbery, mas gostei de vê-lo novamente.....
Robson (Criolo)
Amigos Granberyenses, com certeza uma viagem essas fotos, tem uma foto que pergunta, "quem dormiu nesse quarto com varanda?" . Dormíamos no quarto com varanda , "Eu, Slaib, Ricardo Valente e Marcelo Daneo." Com certeza uma época que deixou muita saudade.
Wander Salib
Me lembro claramente das assembleias e se for lá, sei até o lugar que eu assentava nas
Quanta saudade disso tudo. Fecho os olhos escuto as pregações do prof Nilo. Eram pequenas mensagens de 15 a 20 minutos, muito interessantes.
Davi
Por falar no prof. Nilo a gente sabia qdo vinha algum esporro dele sobre os alunos. Era ele chegar assentar e passar as mãos no olho de vidro dele, que vinha esporro dele.
Vasquinho
O professor Nilo quando começava a falar o pessoal começa a tossir e fazer um burburinho impedindo ele de falar. Aí o Dr. Agenor se levantava o pessoal ficava quentinho que podia escutar uma mosca voar. Depois ele passava a fala para o professor Nilo.
Dentinho
Muito bacana! Colégio amado e histórico na vida de milhares e milhares de pessoas!
ResponderExcluirAssinado: Mateus Sigiliano, granberyense e de família granberyense!
ExcluirMuito legal. Muito obrigado pelas recordações. Granberyense é para toda a vida.
ResponderExcluirValeu lembranças dos meus tempos do Granbery, tempos bons hein,, hein não volta mais, plágio do lilico,,mas verdade 😃😃👍👍
ResponderExcluirDe Antônio Carlos Barroso,o baiano 😆😆😄
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